"A Prefeitura anda na contramão do fomento e do empreendedorismo do nosso município", diz Vereador Divaldo Lara.
Diante das sessões ordinária e extraordinárias realizadas ontem, encerrada somente às 17h, o Vereador Divaldo Lara expõe sua posição sobre a posição do governo atual com relação a gastos com pessoal, a realização de um novo concurso público proposto pelo Executivo e sobre os projetos na área da saúde.
CONCURSO PÚBLICO E PROFISSIONAIS DA SAÚDE
“Sou favorável ao concurso por acreditar que essa é a forma mais correta de acesso ao serviço público. Entretanto, propor um concurso público às vésperas de eleição, soa como proposta eleitoreira. Além disso, não haveria razão para realizar outro concurso, visto que nem todos os classificados no concurso de 2011 foram chamados”, comenta o vereador.
Sobre os projetos na área de saúde, que envolve o ESF (Estratégia Saúde da Família), PIM (Primeira Infância Menor) e agentes comunitários, o vereador afirma estar trabalhando junto com os representantes destes profissionais, que atuam há muitos anos nesses programas, tenham seus direitos e a sua capacitação reconhecidos pela Prefeitura, antes de ser feita uma nova proposta para concurso público para a área.
CRIAÇÃO DE CARGOS E GASTOS COM PESSOAL
Sobre este tema, o vereador expõe que, nesta atual gestão da Prefeitura, foram criados mais secretarias, cargos permanentes e de confiança, passando dos 1200 cargos e o Executivo enviou projeto à Câmara de Vereadores, dois projetos para criação de mais 500 cargos e funções gratificadas (FG´s).
“Acredito que, para o desenvolvimento de Bagé, a Prefeitura não deve ser a maior empresa do município, pois inchando ainda mais a estrutura administrativa, retira dessa forma, a capacidade de investimento do Executivo, que hoje é de apenas 2,5% do seu orçamento. Se fossem aprovados os projetos do Poder Executivo com gasto de pessoal, passaria do limite de 51,30%, teto máximo e prudencial estabelecido na lei de responsabilidade fiscal (LRF 101)”, declara Divaldo. Com o destaque do final de semana na imprensa local, que trata sobre a vinda de uma empresa de montagem de carrocerias para Bagé, o vereador faz um paralelo entre esta empresa que vai gerar, em 2014, 120 empregos e a prefeitura, que já gerou nos 3 anos de sua gestão, mais de 1000 cargos.
“A Prefeitura anda na contramão do fomento e do empreendedorismo do nosso município, pois ao longo da gestão deveriam ser criados menos cargos na Prefeitura e mais empregos na iniciativa privada, não o contrário. A lógica está invertida”, conclui o vereador.
CONCURSO PÚBLICO E PROFISSIONAIS DA SAÚDE
“Sou favorável ao concurso por acreditar que essa é a forma mais correta de acesso ao serviço público. Entretanto, propor um concurso público às vésperas de eleição, soa como proposta eleitoreira. Além disso, não haveria razão para realizar outro concurso, visto que nem todos os classificados no concurso de 2011 foram chamados”, comenta o vereador.
Sobre os projetos na área de saúde, que envolve o ESF (Estratégia Saúde da Família), PIM (Primeira Infância Menor) e agentes comunitários, o vereador afirma estar trabalhando junto com os representantes destes profissionais, que atuam há muitos anos nesses programas, tenham seus direitos e a sua capacitação reconhecidos pela Prefeitura, antes de ser feita uma nova proposta para concurso público para a área.
CRIAÇÃO DE CARGOS E GASTOS COM PESSOAL
Sobre este tema, o vereador expõe que, nesta atual gestão da Prefeitura, foram criados mais secretarias, cargos permanentes e de confiança, passando dos 1200 cargos e o Executivo enviou projeto à Câmara de Vereadores, dois projetos para criação de mais 500 cargos e funções gratificadas (FG´s).
“Acredito que, para o desenvolvimento de Bagé, a Prefeitura não deve ser a maior empresa do município, pois inchando ainda mais a estrutura administrativa, retira dessa forma, a capacidade de investimento do Executivo, que hoje é de apenas 2,5% do seu orçamento. Se fossem aprovados os projetos do Poder Executivo com gasto de pessoal, passaria do limite de 51,30%, teto máximo e prudencial estabelecido na lei de responsabilidade fiscal (LRF 101)”, declara Divaldo. Com o destaque do final de semana na imprensa local, que trata sobre a vinda de uma empresa de montagem de carrocerias para Bagé, o vereador faz um paralelo entre esta empresa que vai gerar, em 2014, 120 empregos e a prefeitura, que já gerou nos 3 anos de sua gestão, mais de 1000 cargos.
“A Prefeitura anda na contramão do fomento e do empreendedorismo do nosso município, pois ao longo da gestão deveriam ser criados menos cargos na Prefeitura e mais empregos na iniciativa privada, não o contrário. A lógica está invertida”, conclui o vereador.
