Artigo: A Câmara de Vereadores está mais próxima das pessoas

 Divaldo Lara – presidente da Câmara de Bagé

Ontem, tive a honra de presidir a primeira sessão ordinária de 2016 da Câmara Municipal de Vereadores de Bagé consciente da responsabilidade maior: primar pelo interesse público.
O bispo diocesano Dom Gílio Felício abriu os trabalhos do Legislativo com uma benção que nos sensibilizou. Suas palavras na abertura da sessão permanecem em nossos corações. Agradeço ao bispo por conceder um espaço em sua agenda em atenção à Câmara. Também agradeço em nome dos vereadores o prestígio da presença de autoridades como o coronel Álvaro Siqueira Vasco Junior, chefe do Estado Maior, em representação ao Comando da 3ª Brigada de Cavalaria Mecanizada; à diretora do Fórum, doutora Naira Melkis Pereira Caminha; ao doutor Marcelo Godinho Marinho, presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – OAB, e ao empresário Frank Minotto, vice-presidente da Associação Comercial e Industrial de Bagé – Aciba.

É fundamental essas presenças na Câmara Municipal, demonstra respeito pelo poder constituído, lugar em que a população está representada e, nos últimos tempos, tem-se feito presente e atuante através dos mais diversos segmentos de nossa comunidade.

Assim como no ano passado, em 2016, o Legislativo continuará aberto para a participação popular. A Tribuna Democrática é do cidadão, basta anunciar sua necessidade de manifestação, seja para reclamar do serviço público não feito, reivindicar melhorias, enfim, que o espaço lhe será reservado.
A tribuna é um canal de comunicação para que as pessoas possam se fazer ouvir pelas autoridades do município e, assim, falar diretamente a quem interessa.

Ao abrir os trabalhos legislativos em um ano eleitoral, estamos cientes que esta será uma tarefa bastante difícil, porque é um período em que os debates se tornam mais calorosos e acirrados. E, embora normal assim ser, teremos nós, da mesa diretora, que conduzir o processo parlamentar com diplomacia e democracia, respeitando as diferenças ideológicas, mas, acima de tudo, priorizando o interesse público.  Retomando as palavras do bispo Dom Gílio, peço que Deus me ilumine para bem administrar e bem dirigir o Poder Legislativo de Bagé, que me dê discernimento para compreender o que é correto, que me guie os caminhos para que seja justo sempre. Devemos todos estar conscientes do papel fundamental exercido pela Câmara Municipal e respeitar a memória de todos que estiveram no parlamento bageense ao longo de 169 anos de história.

Esclarecimento
É preciso que esclareça à população que nos meses de janeiro e fevereiro, a Câmara esteve aberta, funcionando, com vereadores e assessoria legislativa ao dispor de todos, bem como os serviços de fiscalização e sessões em regime de representatividade. Apenas as deliberações de projetos não tramitaram nas sessões ordinárias, retomadas agora, a partir desta quinta-feira.