Especialistas pelo país afora estão dizendo que Lula será candidato a presidente com qualquer resultado no Tribunal Regional Federal, no dia 24, em Porto Alegre. Isso porque os recursos levarão a candidatura até a eleição. Mesmo com três a zero. Ou seja, até outubro teremos que aguentar esse cidadão se fazendo de vítima, de pobre coitado injustiçado, de condenado pelas elites.
A verdade é que Lula será candidato mesmo condenado em segunda instância.
Imaginem o Brasil diante desse quadro. Petistas e esquerdas lulistas inflados por uma grande mentira invadindo instituições com seus pseudomovimentos sociais. Aliás, é algo estarrecedor. Agarram-se, todos, a uma pretensa inocência, que eles próprios sabem que não existe, perambulam por praças, avenidas e centrais sindicais com o mantra da eleição e fraude, esgotam a paciência de todo o cidadão que encontram pela frente, e, ainda, têm a empáfia de enxovalhar quem é acusado de ato ilícito desde que não seja da turma deles.
É um absurdo o que essa gente está fazendo com o Brasil. Durante 13 anos ditaram as políticas públicas “transformadoras” do país, fizeram proliferar as drogas de todas as matizes (está aí a epidemia do crack que comprova o que afirmo), desmantelaram a educação básica (professor perdeu a autoridade), mentiram ter acabado com a pobreza e produziram um índice assustador de homicídios não apenas nas grandes cidades brasileiras, mas nas médias também. Então, depois de tudo isso, saem às ruas para gritar frases desbotadas de que Lula é a solução para o Brasil e o povo, unido, jamais será vencido.
Com toda essa movimentação em defesa de um condenado por corrupção, eles conseguem provocar um trabalho desnecessário ao governo atual, que terá de mobilizar policiais, seguranças especiais, produzir gastos financeiros e desgaste emocional que não convém ao momento atual.
Ora, mas está mais que na hora do PT deixar a América Latina tomar seu rumo de prosperidade! Chega de mundinhos castristas e chavistas, que não respeitam o ser humano com discurso de quem defende trabalhador. Quem trabalha com seriedade já cansou dessa ladainha de que um lado é dos pobres e o outro é dos ricos. Quem trabalha com seriedade quer oportunidade para crescer, organizar sua vida, sonhar. A família, esquecida e ultrajada (independente de gênero), quer paz para poder se desenvolver com autonomia financeira, com trabalho digno, não com o discurso do ódio de empregado contra patrão.
Outro dia li a crítica de um petista a integrante do meu partido porque foi acusado de corrupção. Eu não me ofendi. Embora esse petista quisesse que eu me ofendesse. Porque eu, diferente dele, não defendo bandido. Não tenho corrupto de estimação. Se saiu fora da lei, que pague.
A esquerda brasileira, infelizmente, está abraçada ao Lula. Não porque ele se redimirá de todos os erros e salvará o Brasil. Não. A esquerda – e sabe disso - quer as regalias de volta, quer a Petrobras, a Caixa, a Eletrobras, o BNDES... quer os empregos, o comando de tirar e botar, quer sugar o que ainda resta desta terra abençoada, onde se plantando tudo dá. E desta vez, pegará tudo sem freios, porque estará ungido pelas urnas.
Ou melhor. Estaria. Lula não será eleito. Mesmo sendo candidato. Lula receberá o não do Brasil. É preciso acreditar nesta terra, na sua gente, nos valores do povo que fez cada região por sua força, garra e vocação. É preciso acreditar naquela voz que ficou na nossa lembrança ensinando aos filhos, pedindo respeito, honestidade e insistindo para que sejamos educados. Aquela voz que diz para não pegarmos o que não é nosso. A voz de pais e avós. A voz da vida que nos deixou de herança o caráter.
É isso que tem de ser resgatado em nosso país: o respeito, a honestidade, o caráter. Porque “ninguém engana tanta gente por tanto tempo”. E o pobre retirante nordestino, que chegou em São Paulo e descobriu o sindicalismo e a política, já enganou demais, já cresceu demais usando povo e elite quando lhe é conveniente, já se mostrou demais mundo afora às custas de estatais, já mentiu demais de norte a sul, agora chega.
Fora Lula.
A verdade é que Lula será candidato mesmo condenado em segunda instância.
Imaginem o Brasil diante desse quadro. Petistas e esquerdas lulistas inflados por uma grande mentira invadindo instituições com seus pseudomovimentos sociais. Aliás, é algo estarrecedor. Agarram-se, todos, a uma pretensa inocência, que eles próprios sabem que não existe, perambulam por praças, avenidas e centrais sindicais com o mantra da eleição e fraude, esgotam a paciência de todo o cidadão que encontram pela frente, e, ainda, têm a empáfia de enxovalhar quem é acusado de ato ilícito desde que não seja da turma deles.
É um absurdo o que essa gente está fazendo com o Brasil. Durante 13 anos ditaram as políticas públicas “transformadoras” do país, fizeram proliferar as drogas de todas as matizes (está aí a epidemia do crack que comprova o que afirmo), desmantelaram a educação básica (professor perdeu a autoridade), mentiram ter acabado com a pobreza e produziram um índice assustador de homicídios não apenas nas grandes cidades brasileiras, mas nas médias também. Então, depois de tudo isso, saem às ruas para gritar frases desbotadas de que Lula é a solução para o Brasil e o povo, unido, jamais será vencido.
Com toda essa movimentação em defesa de um condenado por corrupção, eles conseguem provocar um trabalho desnecessário ao governo atual, que terá de mobilizar policiais, seguranças especiais, produzir gastos financeiros e desgaste emocional que não convém ao momento atual.
Ora, mas está mais que na hora do PT deixar a América Latina tomar seu rumo de prosperidade! Chega de mundinhos castristas e chavistas, que não respeitam o ser humano com discurso de quem defende trabalhador. Quem trabalha com seriedade já cansou dessa ladainha de que um lado é dos pobres e o outro é dos ricos. Quem trabalha com seriedade quer oportunidade para crescer, organizar sua vida, sonhar. A família, esquecida e ultrajada (independente de gênero), quer paz para poder se desenvolver com autonomia financeira, com trabalho digno, não com o discurso do ódio de empregado contra patrão.
Outro dia li a crítica de um petista a integrante do meu partido porque foi acusado de corrupção. Eu não me ofendi. Embora esse petista quisesse que eu me ofendesse. Porque eu, diferente dele, não defendo bandido. Não tenho corrupto de estimação. Se saiu fora da lei, que pague.
A esquerda brasileira, infelizmente, está abraçada ao Lula. Não porque ele se redimirá de todos os erros e salvará o Brasil. Não. A esquerda – e sabe disso - quer as regalias de volta, quer a Petrobras, a Caixa, a Eletrobras, o BNDES... quer os empregos, o comando de tirar e botar, quer sugar o que ainda resta desta terra abençoada, onde se plantando tudo dá. E desta vez, pegará tudo sem freios, porque estará ungido pelas urnas.
Ou melhor. Estaria. Lula não será eleito. Mesmo sendo candidato. Lula receberá o não do Brasil. É preciso acreditar nesta terra, na sua gente, nos valores do povo que fez cada região por sua força, garra e vocação. É preciso acreditar naquela voz que ficou na nossa lembrança ensinando aos filhos, pedindo respeito, honestidade e insistindo para que sejamos educados. Aquela voz que diz para não pegarmos o que não é nosso. A voz de pais e avós. A voz da vida que nos deixou de herança o caráter.
É isso que tem de ser resgatado em nosso país: o respeito, a honestidade, o caráter. Porque “ninguém engana tanta gente por tanto tempo”. E o pobre retirante nordestino, que chegou em São Paulo e descobriu o sindicalismo e a política, já enganou demais, já cresceu demais usando povo e elite quando lhe é conveniente, já se mostrou demais mundo afora às custas de estatais, já mentiu demais de norte a sul, agora chega.
Fora Lula.
